Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.17/977
Título: Fractura Patológica do Úmero, no Contexto de Fibrodisplasia Óssea
Autor: Fonseca, F
Francisco, R
Palavras-chave: Fractura Patológica
Fibrodisplasia Óssea
HDE MFR
Data: 2011
Editora: Medicina Física e Reabilitação, Hospital Dona Estefânia, Centro Hospitalar Lisboa Central, EPE
Citação: IN: XII Congresso Nacional da Sociedade Portuguesa de Medicina Física e de Reabilitação; 2011, 10-12 Março. Salgados.
Resumo: Fracturas patológicas ocorrem sem traumatismo prévio ou após trauma ligeiro. Geralmente existe uma patologia prévia, local ou sistémica, benigna ou maligna. Descreve-se o caso clícnico de uma jovem de 17 anos com esta patologia. A Fibrodisplasia óssea é mais frequente antes dos 30 anos, tendo uma incidência idêntica entre os dois géneros. Correspondem a 5 a 7 % dos tumores benignos do osso, com uma rara progressão para malignidade. É uma lesão de evolução lenta. Os ossos mais atingidos são: costelas, ossos longos das extremidades, ossos craniofaciais e pélvis. Esxistem dois tipos: Monostótico (o mais comum) e Poliostótico. A doença pode ser assintomática, pode apresentar-se com dor e tumefacção no local da lesão ou como fractura patológica. Hiperpigmentação da pele é o sinal extra-ósseo mais comum. Pode estar associada a anomalias endócrinas. O diagnóstico é radiológico e histopatológico (biópsia). O tratamento é conservador. Se risco de fractura patológica considerar cirurgia.
URI: http://hdl.handle.net/10400.17/977
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