Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10400.17/2733
Title: Será o implante de iStent® uma Cirurgia do Canal de Schlemm? Avaliação por OCT Spectral Domain de Segmento Anterior
Author: Dias-Santos, A
Vieira, L
Lisboa, M
Ferreira, S
Ferreira, J
Cunha, JP
Keywords: CHLC OFT
Phacoemulsification
Stents
Tomografia de Coerência Óptica
Glaucoma
Issue Date: Jul-2013
Publisher: Sociedade Portuguesa de Oftalmologia
Citation: Oftalmologia. 2013 Jul-Set; 37 (3): 205-210
Abstract: Introdução: O iStent® “trabecular micro-bypass stent modelo GTS100R/L” tem resultados comprovados na cirurgia do glaucoma de ângulo aberto. Descrito como cirurgia ab interno do canal de Schlemm, visa criar um bypass entre a câmara anterior e este canal, ultrapassando a malha trabecular – principal resistência à drenagem de humor aquoso. Os autores visam estudar o papel do OCT de segmento anterior (SA) na localização do iStent® e uma eventual relação entre o seu posicionamento a eficácia hipotensora. Material e Métodos: Estudo transversal descritivo em que se avaliaram 17 olhos de 17 doentes submetidos a cirurgia de facoemulsificação combinada com iStent®, com um ano de follow-up. Estudou-se o ângulo irido-corneano com OCT spectral domain de SA (Heidelberg Spectralis®) e realizou-se uma avaliação oftalmológica que incluiu medição da pressão intra-ocular (PIO) com tonómetro de Goldmann e gonioscopia. Resultados: Em todos os olhos foi possível localizar o iStent® no ângulo da câmara anterior, porém apenas 4 pareciam estar no canal de Schlemm, estando os restantes na malha trabecular ou esporão escleral. Nos 4 olhos com implante no canal verificou-se uma redução média da PIO de 6,0 mmHg relativamente aos valores pré-operatórios, nos restantes essa redução foi 5,36 mmHg. Esta diferença não é estatisticamente significativa (p>0,05). Conclusões: O OCT spectral domain de SA é um método eficiente para determinar o posicionamento do iStent® no ângulo. Apesar da maioria das extremidades distais dos dispositivos não se encontrarem no canal de Schlemm, estes ultrapassaram a resistência da malha trabecular, pelo que a localização não parece comprometer a eficácia hipotensora.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.17/2733
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