Please use this identifier to cite or link to this item:
http://hdl.handle.net/10400.17/2570| Title: | Isquemia Pélvica Aguda: uma Complicação Fatal após Tratamento Endovascular de Aneurisma Aorto-Ilíaco com Prótese Ramificada da Ilíaca |
| Other Titles: | Acute Pelvic Ischemia: a Fatal Outcome after Endovascular Aortoiliac Aneurysm Repair with Iliac Branch Device |
| Author: | Soares Ferreira, R Bastos Gonçalves, F Albuquerque e Castro, J Berdeja, E Valentim, H Quintas, A Abreu, R Rodrigues, H Oliveira, N Rodrigues, G Camacho, N Ferreira, ME Mota Capitão, L |
| Keywords: | HSM CIR VASC Aneurisma da Aorta Abdominal Tratamento Endovascular Endopróteses de Bifurcação Ilíaca Isquemia Pélvica Aguda |
| Issue Date: | Sep-2016 |
| Publisher: | Elsevier España |
| Citation: | Angiol Cir Vasc. 2016; 12 (3): 194-198 |
| Abstract: | Introdução: A oclusão da artéria hipogástrica pode ser necessária na reparação endovascular de aneurismas da aorta abdominal (EVAR). A oclusão intencional da hipogástrica pode ter complicações isquémicas. As endopróteses de bifurcação ilíaca (IBD) surgiram como alternativa endovascular à oclusão da hipogástrica em doentes com elevado risco para isquemia pélvica. Os autores descrevem um caso de oclusão precoce do ramo hipogástrico de IBD com graves consequências clínicas. Caso clínico: Sexo masculino, de 74 anos, com aneurisma da aorta abdominal (diâmetro máximo de 55 mm) com envolvimento de ambas as bifurcações ilíacas e segmentos proximais das hipogástricas (diâmetro máximo de 31 e 32 mm), submetido a EVAR com revascularização hipogástrica esquerda via IBD (Cook Zenith®) e coiling+overstenting da artéria hipogástrica contralateral. O procedimento decorreu sem complicações e a angiografia final mostrava permeabilidade da hipogástrica revascularizada e escassa colateralidade pélvica. O pós-operatório imediato complicou-se de dor lombar e glútea bilateral associada a manifestações cutâneas isquémicas e monoparesia do membro inferior esquerdo. Por agravamento progressivo nas primeiras 24h e angioTC com oclusão do stent da hipogástrica esquerda, procedeu-se novamente a revascularização da hipogástrica, com bom resultado na angiografia final. Apesar da revascularização bem-sucedida, houve agravamento progressivo do estado geral, com isquemia pélvica irreversível e rabdomiólise. Óbito ao 5.◦dia pós-operatório. Conclusão: A isquemia pélvica aguda é uma complicação grave e frequentemente fatal que pode advir da oclusão bilateral das artérias hipogástricas. A falência da revascularização por IBD pode ser fatal, pelo que os autores aconselham um cuidado redobrado no controlo angiográfico final e um baixo limiar para investigação na suspeita de complicações pós-operatórias. Se maior risco de falência técnica, embolização ou escassa colateralidade pélvica, a preservação bilateral de fluxo nas artérias hipogástricas pode estar recomendada. |
| Peer review: | yes |
| URI: | http://hdl.handle.net/10400.17/2570 |
| Appears in Collections: | CIR VASC - Artigos |
Files in This Item:
| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| Angiol Cir Vasc 2016 194.pdf | 511,58 kB | Adobe PDF | View/Open |
Items in Repository are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.











