Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.17/2127
Título: Intoxicações numa Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente
Outros títulos: Poisoning at a Polyvalent Intensive Care Unit
Autor: Moreno, R
Estrada, H
Sá, J
Resina Rodrigues, A
Palavras-chave: HSJ UUM
Factores de Idade
Factores de Tempo
Factores Sexuais
Efeitos Colaterais e Reacções Adversas Relacionados com Medicamentos
Unidade de Cuidados Intensivos/estatística e dados numéricos
Intoxicação/epidemiologia
Intoxicação/etiologia
Intoxicação/terapêutica
Estudos Retrospectivos
Data: 1992
Editora: Centro Editor e Livreiro da Ordem dos Médicos
Citação: Acta Med Port. 1992 Mar;5(3):115-8
Resumo: Apresenta-se aqui um estudo retrospectivo de 1340 admissões por intoxicação numa Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente durante um período de quatro anos (1986-1989). Em 666 doentes ocorreram 735 intoxicações medicamentosas e em 674 doentes 691 intoxicações não medicamentosas. Nas intoxicações medicamentosas destacam-se os fármacos com acção principal a nível do sistema nervoso central (82.3%), predominando os insecticidas organofosforados (5 1.2%) nas não medicamentosas. Ao longo dos anos considerados constatou-se uma diminuição absoluta e relativa do número de doentes intoxicados (480 vs 244, 15.1% vs 9.9%). Dos internados, 698 era do sexo masculino (289 nas intoxicações medicamentosas e 409 nas não medicamentosas) e 642 do sexo feminino (377 nas medicamentosas e 265 nas não medicamentosas), existindo uma diferença estatisticamente muito significativa no tipo de intoxicação quanto ao sexo (p<O.00l). A idade média global foi de 40.2± 19.6 anos, sensivelmente idêntica nos dois tipos de intoxicação. Maior número de admissões nos meses de Março a Outubro. Eram provenientes de Hospitais da área de Lisboa 814 doentes e de Hospitais Distritais 495 doentes. A demora média global foi de 3.90± 6.15 dias, sendo de 2.71 ± 3.80 nas intoxicações medicamentosas e de 5.08 ± 7.62 nas não medicamentosas (p< 0.001). Dos procedimentos utilizados destacam-se a ventilação mecânica (29.5%), a alimentação parentérica total (18.5%), a prótese renal (2.9%), o cateterismo de Swan-Ganz (2.8%) e a colocação de Pacemaker provisório (1.2%). A mortalidade global foi de 13.7%, significativamente mais elevada nas intoxicações não medicamentosas (23.0%) do que nas medicamentosas (4.4%) (p<O.000I).
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.17/2127
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