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Título: Persistência da Veia Cava Superior Esquerda Associada a Atresia do Esófago - Revisão de 5 Casos
Outros títulos: Persistence of Left Superior Vena Cava Associated to Esophageal Atresia: Presentation of 5 Cases
Autor: Knoblich, M
Silva, A
Ladeira, C
Carmo, S
Murinello, R
Casella, P
Palavras-chave: Atresia Esofágica
Veia Cava
Anormalidades Congénitas
Criança
HDE CIR PED
Data: 2014
Editora: Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardio-Torácica e Vascular
Citação: Rev Port Cir Cardio Torac Vasc. 2014; XXI(1): 55-58
Resumo: Objectivos: A atresia do esófago está associada a uma variedade de malformações congénitas de outros órgãos. A persistência da veia cava superior esquerda e uma das malformações venosas torácicas mais comuns, ocorrendo em 0,3% da população. O objectivo deste estudo é caracterizar a persistência da veia cava superior esquerda nos doentes com atresia do esófago tratados no Hospital Dona Estefânia. Métodos: Estudo retrospectivo dos doentes admitidos por atresia do esófago desde Janeiro 2002 a Dezembro 2013. As seguintes variáveis foram estudadas, considerando, idade gestacional, o peso à nascença, o sexo, tipo de atresia do esófago, ecocardiograma no pré-operatório, malformações associadas, abordagem cirúrgica, eventual ecocardiograma no pós-operatório e angioressonância. Resultados: De um total de 107 doentes, em cinco casos foi diagnosticada persistência da veia cava superior esquerda. Destes, apenas um tinha diagnostico pré-natal. A restante investigação revelou um doente com atresia duodenal e outro com malformação do aparelho urinário, coloboma e malformação bilateral dos pavilhões auriculares. Todos os cinco doentes foram submetidos a toracotomia, esofagoesofagostomia primária após laqueação da fístula traqueo-esofágica e angio-ressonância para caracterizar a malformação vascular. Não houve registo de complicações, quer intra-operatórias quer pós-operatórias. Conclusão: Apesar do estudo pré-operatório, apenas se diagnosticou persistência da veia cava superior esquerda num dos doentes. O diagnóstico é geralmente feito de forma incidental durante a colocação rotineira de catéteres venosos centrais à esquerda. É importante identificar estes doentes e caracterizar o seu padrão de retorno venoso cardíaco, pelo risco de complicações embó1icas paradoxais para o sistema arterial.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.17/2091
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