Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.17/1909
Título: Utilidade da Broncofibroscopia no Diagnóstico de Neoplasia do Pulmão em Doentes com Pneumonia Arrastada
Outros títulos: The Usefulness of Bronchofibroscopy in the Diagnosis of Lung Neoplasms in Patients with Protracted Pneumonia
Autor: Glória, C
Freitas, MG
Palavras-chave: HSM PNEU
Broncoscopia/Estatística e Dados Numéricos
Distribuição de Chi-Quadrado
Doença Crónica
Estudos de Avaliação Como Assunto
Tecnologia de Fibra Óptica
Neoplasias do Pulmão
Fibras Ópticas
Pneumonia
Estudos Retrospectivos
Data: 1995
Editora: Centro Editor e Livreiro da Ordem dos Médicos
Citação: Acta Med Port. 1995 Sep;8(9):493-6
Resumo: A broncofibroscopia (BF) é frequentemente efectuada em doentes com pneumonias de evolução arrastada com o objectivo de excluir patologia endobrónquica de etiologia neoplásica. Dado que a resolução radiográfica das pneumonias da comunidade é variável, sendo dependente de vários factores (agente etiológico, idade, doenças associadas) a decisão para efectuar uma BF é muitas vezes empírica. Com o objectivo de descrever a nossa experiência neste problema estudámos retrospectivamente 123 doentes com o diagnóstico de pneumonia da comunidade baseado em critérios clínicos e radiográficos e que, apesar da antibioferapia considerada adequada, não apresentavam melhoria radiográfica significativa ao fim de pelo menos 2 semanas. Obtivemós um diagnóstico histológico de neoplasia maligna do pulmão em 7 doentes (5,6° o), sendo todos do sexo masculino, com idade superior a 55 anos efuínadores de pelo menos 40 U.M.A. A análise comparativa com os restantes doentes mostrou diferenças com significado~estatístico em relação à idade e ao consumo tabágico. O tempo de evolução da doença,valores médios de hemoglobina, leucocitos, VS, existência ou não de alterações da função renal ou hepática não foram significativamente diferentes nos dois grupos. Concluimos que a BF deve ser efectuada precocemente nos doentes pertencentes ao grupo de risco identificado (fumadores, com mais de 55 anos) não se justificando a sua realização nos restantes doentes antes das 4 a 8 semanas de evolução, a menos que estejam presentes critérios clínicos objectivos tais como progressão da doença ou agravamento do estado geral.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.17/1909
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