Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.17/1479
Título: Reação Cutânea Iatrogénica à Terapêutica Intra-Articular com Ácido Hialurónico
Autor: Campos, S
Brasileiro, A
Paiva, MJ
Palavras-chave: Osteoartrite
Terapêutica
Ácido Hialurónico
Data: 2013
Editora: Serviço de Dermatologia do Hospital dos Capuchos, Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE
Citação: IN: 1º Congresso Nacional de Dermatologia Cosmética. Reunião da Primavera da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia; 2013, 19 a 21 Abr. Lisboa, Portugal
Resumo: Introdução: A osteoartrite é uma doença crónica e progressiva, muito prevalente acima dos 60 anos de idade. Caracteriza-se por incapacidade e dor crónicas e resulta da redução da concentração e peso molecular do ácido hialurónico no líquido sinovial. Uma das opções terapêuticas, na ausência de resposta à terapêutica conservadora (anti-inflamatórios não esteroides), passa pela viscossuplementação com ácido hialurónico. A maior parte dos efeitos adversos descritos, tais como artralgia, reação inflamatória local e dor no local da infiltração, resolvem em 2 dias sem necessidade de tratamento específico. Caso clinico: Doente do sexo masculino, 74 anos de idade, com antecedentes pessoais de osteoartrite bilateral do joelho foi enviado à consulta urgente de Dermatovenereologia por mancha purpúrica com 10 dias de evolução, reticulada, com 20 cm de maior diâmetro, associada a dor. A lesão localizava-se na face anterior do joelho esquerdo e surgiu 1 semana após tratamento intra-articular com ácido hialurónico de origem não animal (Durolane®). A biópsia cutânea revelou a presença de êmbolos intravasculares de material amorfo, não refringente à luz polarizada, na derme e hipoderme - achados compatíveis com embolização por ácido hialurónico. Na reavaliação, 21 dias após, apresentava apenas ligeiro eritema da face anterior do joelho esquerdo, sem outros sintomas associados. Conclusão: Esta reação cutânea adversa ao tratamento com ácido hialurónico parece resultar do extravasamento extra-articular deste. No entanto, não podemos excluir que resulte da má aplicação técnica do ácido hialurónico, e não da molécula em si. O interesse deste caso reside no facto de a embolização por ácido hialurónico ser um efeito adverso da viscossuplementação ainda não descrito.
URI: http://hdl.handle.net/10400.17/1479
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